Respostas ao questionário "Irregularidades nas Avaliações".
As denúncias foram publicadas tal como foram entregues, sem qualquer edição, não representando a posição do ISELeaks.
Curso: LEM
UC: Gestão da Produção
As denúncias foram publicadas tal como foram entregues, sem qualquer edição, não representando a posição do ISELeaks.
Curso: LEM
UC: Gestão da Produção
Nota: segundo informações recentes (27/07), tal não aconteceu no presente semestre (SV1516). No entanto, as denúncias foram publicadas tal como foram entregues.
Professor António Abreu, depois de a sua disciplina ter ficado obrigatória, decidiu que pode fazer tudo o que deseja a nível de avaliação. Na sua FUC , tem inicialmente que a nota é composta por um trabalho prático que vale 50% e um exame final que vale 50%. Houve semestres que seria mesmo a média ponderada entre o exame e o trabalho, passando alunos , mesmo com nota negativa no exame e positiva no trabalho ( 8 exame + 12 trabalho ), agora, com a mesma Ficha de Unidade Curricular, já não passa.
Outra questão engraçada é que a FUC é so para alguns, dando facilidades aos alunos de erasmus, em que ele lança a nota de exame final com a nota de um conjunto de trabalhos, não respeitando a ficha de unidade
curricular.
Outro aspeto muito importante é as notas dos trabalhos, que não são respeitadas consoante os critérios de avaliação descritos pelo trabalho, nos slides do trabalho, dando valores muito abaixo daquilo que seria possível.
UC: Gestão de Produção
As notas dos exames são dadas consoante a assiduidade dos alunos nas aulas. Se se for falar com o professor para tirar dúvidas o professor (António Abreu) ainda goza com os alunos e diz que tivessem ido às aulas, quando nas aulas os exercícios dados têm metade da complexidade dos exercícios do exame. O professor não é capaz de preparar os alunos para o exame, e depois corrige-os de acordo com a assiduidade.
UC: Tecnologia Mecânica 1
Avaliação não fundamentada no trabalho prático, sem direito a discussão ou espaço para progressão.
O professor José Manuel Simões chumba alunos nas primeiras fases do trabalho da componente prática com critérios duvidosos e mal explicados, incitando que os erros cometidos não permitem continuar o trabalho (sem tentativa de ajuda para que esses aspectos sejam melhorados), exigindo assim que os alunos já saibam, no arranque do semestre, como fazer um trabalho absolutamente isento de erros de qualquer espécie, sendo que no caso contrário o aluno chumba sem ter direito a avaliação contínua ou por exame (na componente teórica, leccionada por outro docente). No seguimento de uma reprovação nas primeiras fases deste mesmo trabalho (como foi o meu caso e logo no início do semestre), o professor José Manuel Simões pressiona os alunos a fazer uma "carta de desistência" tomando como modelo uma carta previamente preenchida que o senhor professor mantém colada à porta do seu gabinete. Diz ainda o mesmo docente que no caso de não enviarmos essa carta num dado prazo, não teremos a oportunidade de nos juntarmos com os mesmos membros do grupo do semestre anterior. Ora, tal "carta de desistência" não está contemplada na FUC desta disciplina e é moralmente e pedagogicamente errado forçar tal acto a um aluno que não pretende desistir da disciplina e que se inscreveu para tentar passar, mostrando interesse e disponibilidade para aprender e ultrapassar essas dificuldades no trabalho prático.
O professor José Manuel Simões chumba alunos nas primeiras fases do trabalho da componente prática com critérios duvidosos e mal explicados, incitando que os erros cometidos não permitem continuar o trabalho (sem tentativa de ajuda para que esses aspectos sejam melhorados), exigindo assim que os alunos já saibam, no arranque do semestre, como fazer um trabalho absolutamente isento de erros de qualquer espécie, sendo que no caso contrário o aluno chumba sem ter direito a avaliação contínua ou por exame (na componente teórica, leccionada por outro docente). No seguimento de uma reprovação nas primeiras fases deste mesmo trabalho (como foi o meu caso e logo no início do semestre), o professor José Manuel Simões pressiona os alunos a fazer uma "carta de desistência" tomando como modelo uma carta previamente preenchida que o senhor professor mantém colada à porta do seu gabinete. Diz ainda o mesmo docente que no caso de não enviarmos essa carta num dado prazo, não teremos a oportunidade de nos juntarmos com os mesmos membros do grupo do semestre anterior. Ora, tal "carta de desistência" não está contemplada na FUC desta disciplina e é moralmente e pedagogicamente errado forçar tal acto a um aluno que não pretende desistir da disciplina e que se inscreveu para tentar passar, mostrando interesse e disponibilidade para aprender e ultrapassar essas dificuldades no trabalho prático.
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